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Fraudes digitais em documentos: como o corban pode identificar falsificações modernas

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    7 Promotora Consignado
  • 15 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 20 de dez. de 2025

Fraudes digitais em documentos: como o corban pode identificar falsificações modernas

Com a popularização de ferramentas digitais de edição, falsificação de documentos nunca foi tão fácil — e tão perigosa. Golpistas utilizam aplicativos sofisticados, inteligência artificial e manipulação de PDFs para criar documentos aparentemente legítimos.

Nesse cenário, o correspondente bancário se torna o principal filtro de segurança. Sua capacidade de identificar sinais de fraude é essencial para proteger clientes, bancos e a própria categoria.


A falsificação ficou mais tecnológica — e mais difícil de perceber

Hoje, golpistas conseguem alterar dados de RGs, CNHs, comprovantes de residência e contracheques com alta precisão.

As técnicas incluem:

● Ajuste de fonte e tamanho idêntico ao original.

● Inclusão de carimbos falsos.

● Manipulação de fotos e assinaturas.

● Edição digital de PDFs sem deixar marcas visíveis.

Por isso, confiar apenas na aparência do documento já não é suficiente.

O olhar do corban precisa ser técnico, não intuitivo.


Sinais de alerta em documentos físicos e digitais

Mesmo com ferramentas avançadas, a fraude deixa rastros. O correspondente deve estar atento a:


  • Inconsistências visuais

    Diferença na nitidez, sombras estranhas, cores levemente alteradas ou bordas irregulares.


  • Dados que não combinam

    CEP incoerente com o bairro, data de emissão incompatível ou informações divergentes entre documentos.


  • Fontes irregulares

    Trocas de fonte no mesmo documento, espaçamento desproporcional ou alinhamentos suspeitos.


  • PDFs com marcas de edição

    Alterações em metadados, ausência de camadas ou compressão excessiva.


  • Hologramas e elementos de segurança mal reproduzidos

    Em documentos físicos, observe textura, relevo e brilho reais.


Utilize sempre ferramentas oficiais de verificação

As instituições financeiras oferecem sistemas que auxiliam o corban a validar documentos com mais segurança — OCR, biometria facial, leitura automática e cruzamento com bases públicas.


Além disso, sites e apps oficiais permitem conferir a autenticidade de CNH, CPF, comprovantes de órgãos públicos e até contracheques de servidores.

Ferramentas digitais são obrigatórias no combate à fraude moderna.


Atenção especial em atendimentos remotos

Fraudes digitais são mais comuns quando o atendimento não é presencial. Para minimizar riscos:

● Solicite videochamada para confirmar identidade.

● Peça que a pessoa mova o documento em diferentes ângulos.

● Compare foto do documento com o rosto do cliente em tempo real.

● Nunca aceite fotos muito editadas, sem reflexo ou com fundo estranho.


O objetivo é impedir que documentos falsos circulem sem verificação humana.


Quando houver dúvida, trate como suspeita

O corban não deve “arriscar” uma liberação.

Se qualquer detalhe gerar dúvida:

● Suspende a operação imediatamente.

● Informe seu gestor ou instituição financeira.

● Registre a tentativa de fraude para fortalecer o controle interno.


Atuar de forma prudente protege não apenas a operação, mas também a reputação profissional do correspondente.


Fonte: Anec Brasil

 
 

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