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55% dos aposentados aderem à nova regra para diminuir parcela do consignado

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    7 Promotora Consignado
  • 27 de ago.
  • 5 min de leitura

A importância da atualização constante sobre as diretrizes do INSS


Para muitos aposentados, o benefício permanece o mesmo todo mês, enquanto os custos com mercado, remédio e luz sobem, fazendo com que o valor que cai na conta não acompanhe esse ritmo.


Com o orçamento tão apertado, qualquer imprevisto acaba virando dívida nova no cartão de crédito ou no cheque especial, levando muitas pessoas a pagar juros que consomem boa parte do benefício.


E se desse para trocar essa dívida cara por uma parcela menor e bem mais barata? É o que as novas regras do consignado, em vigor desde maio de 2026, passaram a permitir, e o que muitos aposentados já estão aproveitando.


A importância da atualização constante sobre as diretrizes do INSS

Acompanhar as diretrizes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é o que permite reconhecer uma boa oportunidade de crédito, porque cada regra nova pode mudar o quanto você pode contratar e quanto vai pagar por mês.


Em maio de 2026, por exemplo, aconteceram mudanças de uma vez, começando pela segurança, já que a Lei nº 15.327/2026 passou a exigir autorização por biometria facial no aplicativo Meu INSS e proibiu o consignado fechado por telefone ou por procuração de outra pessoa.


Com a mudança, a proposta agora chega na plataforma do Meu INSS (site ou aplicativo) e fica aguardando a confirmação do titular por 5 dias, sendo cancelada automaticamente se ninguém confirmar, o que impede tentativas de contratações sem o beneficiário saber.


A outra frente mexe direto no bolso, com regras novas de prazo e de margem que fazem diferença na hora de olhar uma proposta de empréstimo consignado para aposentados e identificar a condição que realmente cabe no orçamento.


Entendendo as novas condições de prazos e parcelas do consignado

Entre novas condições, o prazo máximo do consignado do INSS passou de 96 para 108 parcelas mensais, o equivalente a 9 anos de pagamento.


Essa mudança veio por meio da Instrução Normativa PRES/INSS nº 204/2026 e começou a valer em 19 de maio de 2026.


Além disso, junto com o novo prazo, outros ajustes ampliaram as opções dentro do consignado do INSS, mudando o desconto que chega todo mês.


Entre as novas regras, estão:


  • Prazo de até 108 parcelas: o limite anterior era de 96 parcelas, e o alongamento espalha o valor devido por mais meses

  • Carência de até três meses: é possível contratar agora e começar a pagar depois, desde que o beneficiário autorize os acréscimos

  • Margem unificada em 40%: o empréstimo pode ocupar todo esse limite nos benefícios previdenciários, e os assistenciais seguem em 35%

  • Redução gradual a partir de 2027: a margem cai dois pontos percentuais por ano até 30%, o que faz do limite atual o maior dos próximos anos

  • Na prática, dá para reduzir a parcela alongando o prazo, adiar o início do pagamento por até três meses ou aproveitar a margem que estava parada nos cartões consignados, sem que os contratos já assinados percam as condições originais.


Tudo isso acontece dentro da linha de crédito mais barata à disposição de quem recebe do INSS: o empréstimo consignado.


De acordo com o Banco Central do Brasil (BCB), na referência de junho de 2026, a taxa média do consignado para aposentados e pensionistas do INSS ficou em 1,83% ao mês, o equivalente a 24,31% ao ano.


No mesmo mês de referência, o cheque especial cobrou 139,78% ao ano, enquanto o rotativo do cartão de crédito chegou a 442,44% ao ano.


O BCB atualiza essas médias todo mês, então os percentuais mudam com o tempo, mas a distância entre as três modalidades se mantém, e é ela que explica por que o consignado costuma ser a saída mais barata.


Percepção dos aposentados sobre o aumento nos prazos de pagamento

Uma pesquisa da datatudo, realizada em maio de 2026 pelo blog da meutudo, mostra que 55% dos beneficiários entrevistados contratariam ou refinanciariam um consignado para reduzir o valor das parcelas e aliviar o orçamento.


Outros 26% responderam que talvez fizessem isso, dependendo das condições oferecidas, o que amplia para oito em cada dez o grupo aberto à mudança.


Na direção oposta, 10% preferem pagar em menos tempo e 9% afirmam não precisar de crédito no momento, como você pode ver no gráfico abaixo.



O resultado mostra que os aposentados entrevistados parecem entender que parcelas menores garantem mais folga no orçamento, evitando o uso de cartões ou cheque especial em imprevistos.


Como avaliar a renegociação e novos prazos

Para avaliar se a renegociação compensa, você pode começar pelo Custo Efetivo Total (CET), número que reúne juros, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tarifas e seguros em um percentual só e mostra se a proposta nova sai mais barata do que o contrato atual.


No refinanciamento, a negociação acontece com o mesmo banco, que recalcula o saldo devedor dentro do prazo novo e pode devolver a diferença como troco em dinheiro.


Na portabilidade, outro banco assume a dívida e passa a descontar a parcela do seu benefício, o que coloca as instituições para competir pelo seu contrato e que pode ser solicitado a qualquer momento, seguindo as normas do BCB e do Conselho Monetário Nacional (CMN).


A única exceção atinge quem se aposentou há pouco tempo: contratos assinados com o banco que paga o benefício só podem ser portados depois de 90 dias contados da data do início do benefício.


Para saber a melhor opção, basta somar o que falta pagar no contrato atual, somar o que seria pago na proposta nova e comparar os dois totais lado a lado com o CET de cada um.


Se o CET baixar, a troca vale a pena e, se subir um pouco, ainda pode ser uma boa opção, desde que você use o troco com sabedoria, como para quitar dívidas mais caras.


Dicas para simular alternativas financeiras com clareza

Para simular alternativas financeiras com clareza, você precisa partir dos números reais do seu benefício, e todos eles estão no extrato de empréstimos consignados do Meu INSS.


Esse extrato lista os contratos ativos, quantas parcelas faltam e a taxa cobrada em cada um. Com esses dados em mãos, as 5 dicas abaixo fazem a simulação render bem mais do que uma consulta rápida no site do banco:


  • Simule o mesmo valor em prazos diferentes: compare o mais curto que a parcela permite com o de 108 meses e escolha o ponto em que a folga mensal compensa.

  • Confira o CET, e não apenas a taxa mensal: é nele que aparecem IOF, tarifas e seguro, e é o que torna propostas de bancos diferentes realmente comparáveis.

  • Use seu troco para quitar uma dívida mais cara: quitar cartão ou cheque especial com esse dinheiro gera economia imediata, porque troca juros altos por juros baixos.

  • Consulte o saldo devedor antes de refinanciar: o troco tende a ser maior quando boa parte das parcelas do contrato atual já foi paga.

  • Reserve um pouco da margem: guardar um pedaço do limite mantém uma saída barata disponível para a próxima emergência.

  • Repetir esses mesmos dados em todas as propostas é o que revela qual delas cobra menos de verdade.


É nesse formato que trabalham instituições financeiras como a meutudo, com simulação gratuita e sem compromisso, 100% digital, e com troco em dinheiro via Pix na portabilidade e no refinanciamento.


No fim, a conta fecha do mesmo jeito para quase todo mundo: a maioria quer a parcela menor, o prazo maior passou a entregar isso, e o consignado segue custando uma fração do que cobram em outras modalidades, como o cartão e o cheque especial.


O uso mais inteligente dessa regra é trocar uma dívida cara por uma mais barata ou atravessar uma emergência sem entrar no rotativo.


Com o extrato em mãos e o CET comparado, a palavra final fica com quem recebe o benefício, não com quem oferece o crédito.


Fonte: Site MEON

 
 

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